O que já funciona pra SLC, agora virando sistema — com um plano de produção até o fim do ano.
As vendas de máquina caem pelo 4º ano e o 2º semestre segue apertado. Sem alavancar em 0 km, o produtor direciona pra o que mantém a operação rodando.
A comunicação tem que seguir o dinheiro.
Em seis anos a SLC dobrou de tamanho e triplicou a presença no RS. Audiência e autoridade já existem — falta virar sistema que gera resultado.
Produtores reais, storytelling e relacionamento. A régua subiu na categoria.
As marcas rivais disputam o mesmo produtor do RS com conteúdo e presença.
Conteúdo que ensina e fideliza: a Syngenta tirou 40% de engajamento e 1,4 mi de visitas.
De sementeira a cooperativa, todo mundo virou produtor de conteúdo. E parte dessa turma — Sicredi, Sicoob, Barenbrug — a Adverse já atende.
E o vídeo engaja +68% mais que o post estático. Os que estouram são sempre o mesmo tipo: gente real, pós-venda e bastidores.
Levantamento do @slcmaquinasjohndeere, jan–jun/2026: 66 Reels analisados. Metade passa de ~9 mil views.
No ano, os campeões foram do tipo gente real: pós-venda (105 mil views) e institucional (“A Casa é Sua”).
Todo vídeo precisa fazer parar, prender e puxar pra SLC.
Toque pra ver três ideias de vídeo pra SLC.
Depoimento real de cliente com a máquina trabalhando. Prova social que aproxima.
Em 40s, o time técnico responde a dúvida que todo produtor tem.
Pílula da peça disponível na hora, com chamada no WhatsApp.
O filme-âncora: território, gente, lojas e pós-venda da maior rede JD do RS.
Recortes do institucional com a cara de cada microrregião e loja.
Minidoc da oficina e peças — o formato que mais performou (105 mil views).
Revisão antes do plantio da soja (ago–set), enchendo a oficina.
Vitrine recorrente de usados, subindo o padrão do que já é gravado.
Consórcio com depoimento de contemplado. A SLC é líder, isso vende.
Melhores momentos da Expodireto, com ofertas do estande no mesmo dia.
Produtor operando a máquina, reação real no talhão.
Inaugurações e conquistas viram conteúdo de marca e relacionamento.
Bate-papo com produtor sobre safra, sucessão e tecnologia.
Especialista da SLC sobre pós-venda e telemetria, na língua do campo.
O filho que assumiu a fazenda. Fala direto com o público jovem.
Vocês têm muito material de gente falando — o tipo que mais performou no ano — e captação de campo e equipamentos. Matéria-prima pronta, sem diária nova.
Cada depoimento que já existe vira 3–5 verticais: “Voz do Campo”, “SLC Responde”, a frase que prende.
O b-roll de máquina vira abertura de safra, retrospectiva e respiros que valorizam todo vídeo.
Banco organizado por tema, máquina e loja: campanha nova montada em horas.
Começo sugerido: um “dia de decupagem” do acervo — a gente varre o banco e já saem as primeiras peças.
Base em Passo Fundo, do lado de vocês. A gente conhece a SLC por dentro — e o agro por fora.
Sem valores aqui — só o ritmo de produção, pra você visualizar o crono e organizar a verba.
Institucional captado, série recorrente no ar e acervo organizado.
Campanha de revisão e peças (soja) + pós-venda, o formato campeão.
Presença no campo, "Voz do Campo" e giro de seminovos.
Retrospectiva com o acervo, consórcio e balanço de resultado.
Série recorrente e cortes do acervo rodando o ano inteiro, por baixo de tudo.
Escolhe a frente que conversa com as suas campanhas e a gente já entra com o cronograma e o escopo.