Um plano de conteúdo e vídeo para um segundo semestre em que o agro pede mais inteligência — e mais retorno — em cada real aplicado.
Um contrato mensal redondo, com pouquíssimos ajustes. Isso é sinal de confiança e de processo que funciona. A proposta aqui é simples: usar essa base sólida pra ir além do combinado — e fazer o conteúdo trabalhar mais pela SLC.
Os números abaixo são do setor de máquinas agrícolas no Brasil:
Fontes: Anfavea / Automotive Business; projeções do setor para 2026 (CompreRural, Canal Rural).
Sem espaço pra alavancar em máquina 0 km, o produtor redireciona o recurso pra aquilo que mantém a operação rodando. É aí que está a venda do ano.
Em seis anos a SLC dobrou de tamanho (de R$ 1 bi a cerca de R$ 2 bi por ano) e triplicou a presença no RS desde 2019. Maior rede John Deere do estado, com audiência (canal no YouTube, 73 mil seguidores) e autoridade (5 anos líder em consórcio John Deere). Falta transformar isso num sistema que gera resultado.
Saiu da 4ª pra 1ª marca em engajamento na categoria, com a campanha “Inspirações do Agro”.
Aposta: influenciadores e produtores reais48 mil seguidores e storytelling de marca constante. Já lançou até e-commerce próprio (Shop.Deere).
Aposta: storytelling de marca e e-commerceConcorrente direto no RS, com marketing reconhecido (indicação ao Top de Marketing ADVB e selo GPTW).
Aposta: marca empregadora e relacionamentoA SLC tem escala pra liderar essa conversa no RS — não só acompanhar.
Benchmark é uma coisa; concorrência direta é outra. No RS, marcas rivais brigam pela mesma fazenda — e já investem em conteúdo e relacionamento.
101 municípios e lojas em Erechim, Frederico Westphalen e Santa Rosa, na área da SLC. 24 mil seguidores.
Aposta: relacionamento e volume de postsMarca gaúcha com rede própria e exportação pra 35+ países. Joga em casa, com marca forte no estado.
Aposta: conteúdo técnico e demonstração no campoDisputam as mesmas lavouras com peças, seminovos e financiamento, nas mesmas regiões da SLC.
Aposta: lançamentos e financiamentoConteúdo fraco abre a porteira pra elas. A SLC tem escala pra ocupar esse espaço primeiro.
As marcas que mais investem no agro seguem três jogadas — e dá pra adaptar todas pra SLC.
Syngenta e Pioneer publicam conteúdo agronômico sem parar (a Pioneer tem programa semanal no YouTube). 61% dos produtores usam o YouTube pra aprender.
Na SLC: “SLC Responde” e dicas de manutenção e telemetriaLavoura real, depoimento e dado de produtividade convencem mais que tabela técnica. É o que sustenta o engajamento das sementeiras.
Na SLC: “Voz do Campo” com o número da colheita do clienteBayer (Impulso) e BASF (Conecta) transformam conteúdo em relação contínua, com pontos, serviços e consultoria.
Na SLC: pós-venda, peças e consórcio como recorrênciaCom essa lógica, a Syngenta tirou 40% de engajamento e 1,4 milhão de visitas. E a Adverse já produz esse tipo de conteúdo pra sementeiras como Sementes Roos e Barenbrug — dá pra trazer pra SLC.
Conteúdo e influenciadores do campo no lugar do folder impresso.
No Show Rural 2026, o Sicredi trocou o stand por criadores de conteúdo.
A Yara mira 25% das vendas no digital, com programa de fidelidade.
Conteúdo técnico e educativo direto pro pecuarista.
2 milhões de visitas/mês e 5–8% de conversão com conteúdo + vitrine.
Maior programa do agro: mais de 170 mil produtores cadastrados.
De cooperativa a marketplace, o agro inteiro virou produtor de conteúdo. Sicredi e Sicoob, dessa lista, a Adverse já atende — levar isso pra SLC é o passo natural.
No pátio da SLC convivem dois perfis — e o conteúdo precisa segurar os dois.
Antes de procurar um vendedor, o produtor já pesquisou, comparou e assistiu a vários conteúdos. O vídeo é a primeira etapa da venda, não enfeite.
Máquina no campo, poeira, operação real. Pátio limpo e parado não segura ninguém.
Prova, dado de produtividade, depoimento. Vira autoridade, como a Jacto, que ensina e por isso vende.
Toda peça termina com um passo: chamar no WhatsApp, agendar revisão, visitar a loja.
Ideia boa não falta. O que garante consistência e régua alta é ter braço de produção rodando junto — captando, editando e entregando no ritmo certo — pra equipe de marketing focar na estratégia.
É exatamente aqui que
a gente entra. →
Sem sobrecarregar o seu time — pelo contrário, tirando trabalho da mesa dele.
Destravar o filme que mostra quem é a maior rede John Deere do RS: território, gente, lojas e pós-venda. Vira o ativo-âncora da marca — e a matéria-prima pra dezenas de cortes ao longo do ano.
Vídeos curtos com objetivo de negócio claro, cada um com chamada pra ação direta no WhatsApp.
Evoluir o pacote mensal atual pra séries recorrentes captadas em escala. Mais previsível pra SLC, mais barato por peça — e sem aumentar o esforço interno.
Roteirização e edição feitas pela Adverse, com kits e templates prontos. A SLC aprova — não produz.
Baixo custo de entrada e resultado rápido de mostrar — cada uma puxa uma frente diferente.
Enche a oficina na entressafra com agendamentos de revisão.
Depoimento real, todo mês, que fideliza e gera indicação.
Uma diária de gravação que vira cerca de um mês de conteúdo.
Chamar o produtor pra deixar a máquina redonda antes do plantio. No RS, a janela da soja é o gatilho do 2º semestre: revisão em agosto e setembro pra plantar de outubro a dezembro.
3 vídeos curtos + stories + uma fala do mecânico-chefe. Chamada pra agendar direto no WhatsApp.
A soja gaúcha planta de outubro a dezembro, então a revisão vem antes, em agosto e setembro. Dá pra repetir no trigo, que planta a partir de maio.
A procura por revisão e peças no período da campanha, acompanhada junto com vocês.
Uma série mensal com depoimentos reais de quem trabalha com John Deere no campo.
Um depoimento principal + 3 cortes verticais, captados em lote pra render vários meses.
Prova social vende mais que anúncio: aproxima, fideliza e abre porta pra indicação.
Alcance, salvamentos e as conversas que a série ajuda a iniciar.
Um dia de gravação bem planejado que rende cerca de um mês inteiro de conteúdo.
Manhã: depoimentos e b-roll de loja e campo. Tarde: seminovos, peças e quadro técnico.
Resolve o gargalo da equipe: a produção fica concentrada e a SLC só aprova.
Entregáveis por diária e horas poupadas do time interno.
Hoje vocês já gravam os seminovos e mandam pra gente editar. O volume está ok; o que trava é a captação: máquina parada, imagem fraca, não para o scroll.
Um mini-roteiro de captação pra quem já grava aí: ângulo, luz e a máquina em contexto. Sem custo a mais.
No Dia de Captação, gravamos os destaques do estoque com qualidade de produtora.
Template “Seminovo da Semana”: ficha, condição e CTA no WhatsApp, pronto pra repetir.
RS de ponta a ponta: lavouras, estradas, o tamanho da rede que cobre 404 municípios.
As lojas, a equipe, os rostos que atendem o produtor todo dia.
Depoimento real, máquina trabalhando, a colheita acontecendo.
Peças, oficina e o suporte que não para quando a safra aperta.
O jeito SLC de caminhar junto, ano após ano, contemplação após contemplação.
“A maior rede John Deere do RS.” Fecha com a marca e o orgulho de pertencer.
Aqui vai só o esqueleto. O conceito e o tratamento completo do institucional a gente apresenta num material dedicado, à parte deste plano.
A gente se compromete com a parte que o vídeo controla. O resultado de negócio depende também de oferta, preço e atendimento — esse a gente acompanha junto, sem prometer o que não é só do vídeo.
Toque em cada formato pra ver três ideias de vídeo pra SLC.
Depoimento real de cliente com a máquina trabalhando. Prova social que aproxima e gera indicação.
Em 40 segundos, o time técnico responde a dúvida que todo produtor tem sobre uso e manutenção.
Pílula rápida mostrando a peça ou implemento disponível na hora, com chamada no WhatsApp.
O filme-âncora: território, gente, lojas e pós-venda da maior rede John Deere do RS.
Recortes do institucional com a cara de cada microrregião e loja, pra falar de perto.
Minidoc da estrutura de oficina e peças — o que mais segura o produtor no dia a dia.
Campanha de revisão antes do plantio da soja (ago–set), pra encher a oficina na entressafra.
Vitrine recorrente de usados, com ficha, condição e CTA. Giro de estoque toda semana.
Campanha de consórcio com depoimento de contemplado. A SLC é líder — isso vende sozinho.
Melhores momentos da Expodireto e afins, com as ofertas do estande no mesmo dia.
Produtor operando a máquina, reação real no talhão. Test-drive que vira conteúdo.
Inaugurações e conquistas viram conteúdo de marca e de relacionamento com a região.
Bate-papo com produtor da região sobre safra, sucessão e tecnologia. Autoridade e proximidade.
Especialista da SLC sobre pós-venda, peças e telemetria, traduzido pra linguagem do campo.
O filho que assumiu a fazenda. Episódio que fala direto com o público mais jovem.
Referência de formato no agro: do Notícias Agrícolas ao Bate-Papo Barenbrug (cliente nosso).
Base em Passo Fundo, do lado de vocês. A gente já conhece a SLC por dentro — e entende o agro por fora.
Topa a gente detalhar uma ou duas dessas já, com escopo e investimento?